educador-brincante-2Promover brincadeiras, criar e conduzir interações entre as crianças parece tarefa fácil. Mas não é tão simples assim e exige do educador disposição e conhecimentos sobre o “brincar”.

Afinal, esse ato ajuda no desenvolvimento dos pequenos em diferentes fases da vida e influencia os comportamentos em casa e na escola.

Veja nesse post algumas dicas e reflexões sobre como ser e o papel do bom educador que brinca:

O primeiro passo para desenvolver as habilidades de educador brincador – brincante é refletir sobre as origens e o ato de brincar:

-    Quando o brincar é ruim?
R.: quando resulta em agressividade, brigas, bulling, agitação excessiva…

-    Quando o brincar é bom?
R.: quando resulta em novos aprendizados, novos desafios, novos amigos. Quando as crianças ficam felizes e em paz.

Isso porque o brincar:

-    Desenvolve o pensamento
-    Disciplina a vontade
-    Educa para valores.

Outra questão importante para o educador brincador é perceber que o encontro com as crianças são momentos preciosos porque ele tem a chance ajudá-las a vivenciar o lado bom do brincar. Mas pra isso é necessário que ele se coloque na condição de educador.

brincar-educadorO verdadeiro educador

(Extraído das ideias do professor Jean Laund, no livro Arte e Educação)

-   O verdadeiro educador - é aquele que entende profundamente o assunto que se propõe a ensinar e que consegue traduzir e compartilhar esse conhecimento com seus alunos, de forma que eles consigam aprender.

-    É como se ele se colocasse na posição de quem aprende e pudesse, de novo, admirar-se com aquela situação, junto com seus alunos, como se fosse a 1ª vez.

-    Para isso, o educador precisa sair de si mesmo, colocar-se na posição de seu aluno, falar de coisas que ele conhece e gosta, de forma a conduzi-lo a um universo de coisas que ele ainda desconhece, mas que podem fazer muito sentido em sua vida.

-    Mas como é possível que um educador que já estudou e que já sabe, possa sempre de novo admirar-se com as descobertas de seus alunos, como se fosse a 1ª vez?

-    O segredo desse aparente paradoxo está no amor, que permite ao educador colocar-se no lugar de seus alunos e oferecer aquilo que eles precisam e podem aprender.

-    Há muitas formas de amar e uma das mais belas é essa capacidade que certos educadores têm de entusiasmar-se ao ver seus alunos descobrindo as realidades do mundo a partir de sua ação educativa.

Como o educador pode ajudar as crianças a brincar?

-    Se colocar no lugar da criança e tentar descobrir que brincadeira lhe faria feliz naquele instante.

-    Há muitas maneiras de fazer isso: olhar para elas com carinho e respeito, perguntar o nome ou alguma outra coisa que tenham interesse, e fazer o convite: “vamos brincar?”. Ou: “do que você gostaria de brincar agora?” Ou, ainda: “Você conhece alguma brincadeira bem legal (com corda, com mãos etc)?”

-    Nesse processo, é possível ensinar e aprender novas brincadeiras com elas, cuidando sempre para que possam brincar felizes e em paz. Essa é a maior missão do educador brincador.
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Vamos continuar o aprendizado sobre crianças e a arte de brincar? (confira aqui a primeira parte)

Parte 2 da pesquisa

O ambiente adequado

Quanto ao ambiente físico, precisamos levar em consideração as impressões que os órgãos dos sentidos estão recebendo: cores, estampas, forração do chão, da cama, das cortinas. Algumas questões podem nos levar à reflexões positivas.

  • Os móveis são adequados à idade, em tamanho, forma e finalidade?
  • Os brinquedos estão colocados ao alcance da criança? Eles estão expostos como numa vitrine ou cada qual tem seu lugar apropriado?
  • Há espaço para guardar tudo em ordem, ou brinquedos estão socados em baús, gavetas, armários, sacos?
  • No pátio, há elementos variados, acessíveis à criança: areia, água, grama, árvore, pedras, toras de madeira… há espaço no pátio para a criança brincar com balanço, correr, construir cabanas, etc?
  • O quarto de dormir tem de estar sempre em ordem e o quarto de brincar pode ficar sempre bagunçado?

BrincadeirasDe forma geral, os brinquedos devem ser selecionados: os de brincar no pátio podem ficar guardados em outro armário, em outra peça da casa próxima ao pátio para facilitar o acesso. No quarto, deve acontecer as brincadeiras mais delicadas como montar casinhas, jogos de peças pequenas, desenhar, ver livros. Os livros devem ficar no quarto, acessíveis na medida em que a criança aprende a manuseá-los, assim ela criará amor pelos livros e pela leitura.

Até os 5 anos, a criança não consegue distinguir o seu brincar de outras atividades (tomar banho, almoçar, arrumar o quarto, escovar os dentes, etc.) precisamos levá-la à mudança pela fantasia, ou seja, junto com a criança ir colocando os cavalos no estábulo, os carros na garagem, as bonecas nas caminhas, etc. Com os maiores, podemos criar um jogo: “eu junto as peças vermelhas e você as azuis”. Cantar cantigas que evoquem a ação desejada ajuda muito neste momento, diluindo tensões, exemplo: canções para dobrar panos, para escovar os dentes, para se enxugar.

Ter o quarto em ordem deve inspirar vida e não uma vitrine, com brinquedos expostos em prateleiras. Cada coisa deve ter o seu lugar, não rígido, mas permeado de sentido: camas para os bonecos, garagem para carros, anões de feltro num tronco, pedras preciosas num bauzinho, conchas num cestinho, etc.

Crianças brincandoDar os brinquedos, ou permitir brincadeiras, como construir cabanas na sala, com a condição de que depois tudo deverá ser guardado em seu devido lugar inibe as crianças e muitas vezes impede que as brincadeiras se realizem.

Muitas crianças já não dão vazão às suas fantasias por já terem consciência de que é chato e cansativo arrumar tudo depois; tornam-se apáticas, sem criatividade e acomodadas. “Colocar as coisas em seu lugar” não faz parte da vida da criança pequena, isto só adquire significado nos anos escolares.

Quanto à postura do adulto, este deveria desenvolver um olhar para os brinquedos cheio de carinho e respeito e transmitir isto em seus gestos. Arrumar o quarto deveria ser um ato de amor e não só de limpeza. Algumas observações poderão nortear os pais neste sentido:

  • Tentar compreender as necessidades físicas e anímicas de cada idade (especialmente importante para famílias com mais de um filho), relembrando a própria infância e investigando sobre o assunto.
  • Fazer companhia às crianças e interferir somente no necessário, orientar quando preciso e participar quando convidado.
  • Estar com as mãos ocupadas numa tarefa qualquer, costurando ou cuidando das plantas, para disfarçar o fato de estar supervisionando a brincadeira.
  • Ter em mente que a fantasia do adulto não é igual à fantasia das crianças, por isso não exagerar nas interpretações ou intervenções.
  • Geralmente, o adulto é visto como um intruso quando a criança está entretida criando algo.
  • Quando falta iniciativa às crianças, é tarefa do adulto entusiasmá-las e orientá-las nos jogos e brinquedos sadios.
  • Em lugar de repreender, no caso da desordem, situar-se no mundo infantil e tomar parte na alegria criadora que vem das crianças.
  • O adulto deve ser digno de ser imitado. Suas ações, bem como seus sentimentos e pensamentos devem refletir que é bom estar na terra, que é bom crescer e conviver. Em resumo, toda ação educativa deve permear-se dos sentimentos de que o mundo é bom, belo e verdadeiro.

Elementos para o brincar

  • Retirados da Natureza: pedras, conchas, folhas, galhos, areia, barro, água, musgo, pequenos bichinhos, pinhas, sementes, cascas, catutos, vagens etc.
  • Elaborados pedagogicamente: animais de pano/tricô/madeira; carros de madeira/lata, fogõezinhos de barro, capas, caixas, blocos de montar, bonecos de pano/tricô/feltro, bolas de tecido, sacos, panos de tamanhos variados, bonecas grandes e pequenas, móbiles etc.
  • Brinquedos temporários: caixas de papelão, rolinhos de papel higiênico, potes de iogurte, palitos de picolé, latas, rolhas, tampinhas etc.
  • Brinquedos de pátio: gangorra, corda, balanço, escorregador, cavalinhos de cabo de vassouras, carriolas, carrinhos de mão etc.
  • Coleções: selos, tampinhas, figurinhas, papel de cartas, guardanapos, folhas secas, pedrinhas coloridas, conchas etc.
  • Modelagem: na caixa de areia ou na praia, argila, cera de abelha, massa de pão ou biscoito, massinha etc.
  • Casinha: panelinhas de barro, de ferro, de lata; panos de tamanhos variados, colheres de pau, recipientes de bambu, móveis pequenos, cestos, caixas, pregadores de roupa, tina para lavar etc.
  • Jogos sociais: teatralização baseada em histórias, cantigas de roda, jogos com regras simples como “coelho na toca”; jogos com regras definidas bem x mal. Como “amarelinha”; jogos com bola ou objetivo de grupo, etc.
  • Jogos com regras: quebra-cabeça, loto, dama, resta-um, cara-a-cara, cinco-marias, jogo-da-velha, dominó, etc.
  • Bonecas: roupinhas adequadas à “idade” da boneca, caminha, berço, panos para embrulhar, “canguru” para carregar a boneca nos passeios, etc.

Agora que você já tem as dicas…brinque e participe desse momento importante na formação da criança!

A arte de brincar ajuda no descobrimento e desenvolvimento de uma criança. Se divertir, sozinho, ou em grupo, é essencial na infância e é importante que os pais e educadores participem das diferentes etapas desse processo.

Pensando nas fases da infância e nas diferentes maneiras de se expressar e aprender brincando, a pedagoga e terapeuta artística Simone de Fáveri publicou uma análise a respeito do assunto que será trabalhado, aqui no Decolar, em duas partes.

Essa é a primeira. Entenda qual brincadeira trabalha o desenvolvimento correto do seu filho ou aluno em cada fase. Aproveite:

Breve panorama do desenvolvimento até os 12 anos

brincar-decolar1 ano: Tateiam tudo com mãos e boca. Risco de ingerir objetos. Os brinquedos devem ser grandes, redondos ou arredondados: bolas de pano ou de borracha, bichos de tricô ou tecido, cestos para empilhar e juntar coisas. Exercitar a verticalidade no andar livre é a principal atividade da criança.

2 a 3 anos: Fase caracterizada por intensa atividade. Não se detêm muito tempo no brinquedo. São mais egoístas e tímidas. Não emprestam os brinquedos, não brincam com outras crianças muito tempo. Precisam de carros fortes de empurrar e de puxar, pás e colheres e recipientes para brincar na areia. Esta atividade ativa as forças plásticas, causando no organismo um bem-estar imediato. No futuro, estas forças se expressarão como originalidade criadora.

4 anos: Início da vida social, do brincar junto. A fantasia aflora. Imitação e repetição são a base do brincar. É ativa e falante, ainda com pouca concentração. Gostam de desafios como quebra-cabeças de figuras inteiras e conhecidas, dominós de bichos ou cores. Deleitam-se com blocos de construção de madeira e carros menores. A boneca acompanha o brincar. Brincar com madeira dá à criança a necessária quantidade de calor e “humanidade”, os brinquedos se personalizam, são simpáticos à criança.

5 anos: Têm maior domínio das mãos. Em geral, são mais calmas e felizes, tem maior autodeterminação e domínio. Ficam em silêncio por longos períodos.  Fazem muitas perguntas. Manifestam muito interesse pelas letras, para esquecer no ano seguinte. Têm ideias claras do que querem como regras, a brincadeira surge como inspiração própria. A brincadeira pode parar em qualquer ponto (para brigar, almoçar etc). Lidam bem com jogos de dados simples. Precisam de variedade de objetos para construções da sua fantasia.

6 anos: Maior concentração e muita imaginação. O domínio corporal deve estar amadurecido, com lateralidade definida. Adoram desafios corporais tanto de motricidade ampla (subir nas árvores, construir cabanas, gangorras…) como os de motricidade final (tricô de dedo, debulhar grãos, pequenas costuras, manusear bonecos de teatro e outros). Aceitam regras e assumem papéis e tarefas dentro da sala. Começa o interesse pelas coleções e gostam de ouvir longas histórias. A memória já se faz presente como capacidade nova, revelando a passagem para a fase seguinte, da vida escolar.

Até 8 anos: A criança não se preocupa em compreender o mundo de maneira intelectual. Ela “agarra” o mundo com o corpo inteiro: escorregando, esburacando, correndo, dando cambalhotas. Brincar significa amar o mundo! Ela “devora” informações: coleciona.

Aos 9 anos: Interessam-se por jogos que exigem concentração, habilidade, movimento, dinâmica: amarelinha, girar pião, correr com aros de arame, bolinhas de gude, pular corda, cinco-marias, etc.

Entre os 11 e 12 anos: Através dos jogos e histórias onde o dualismo da alma é vivenciado (apego a terra x relação com o espiritual) a criança é levada a se conhecer melhor, podendo chegar sozinha a conclusões morais. Jogos em grupo: esconde-esconde, pé na bola, polícia e ladrão. Jogos de tabuleiro: xadrez, damas e de cartas: dorminhoco, detetive etc.

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Sobre alguns brinquedos:

Primeira boneca: Ao nascer a criança já pode ganhar uma boneca de nós, pequena, feita de seda, cetim ou algodão/flanela. No berço, serve como consolo para a hora de dormir, e pode acompanhar o bebê nas excursões fora de casa, como apoio, também conhecido como “cheirinho”.

Até 3 anos: A boneca com membros, mas pouco detalhada, com feições apenas sugeridas, parecida com a criança, por exemplo, na cor dos cabelos e dos olhos. É a boneca companheira, espelho da própria criança..

A partir dos 5 anos: Os bonecos flexíveis encontram seu espaço no brincar, pois espelham os papéis na vida social (pai, mãe, professor, médico, irmã, bebê, avós, etc). Por terem estrutura de arame, possibilitam o manuseio, variando gestos e posições, como um teatro. A casinha de boneca grande com móveis e compartimentos é o complemento ideal para este brinquedo, assim como bichos de pano, madeira ou de tricô, canoas e carrinhos que possam ser ocupados pelos personagens. Tudo isto é válido tanto para meninas como para meninos.

Até os 6 anos: A boneca detalhada (com cabeça humana, corpo ereto, membros bem definidos, roupas, acessórios, distinção de sexo, raça, etnia) é um ancoradouro, oferece apoio emocional. Depois passa a ser uma companheira que terá seu lugar de honra no quarto, até muito tempo depois da criança não mais brincar de “casinha”.

A partir dos 9 anos: Os bonecos podem ter distinção de sexo. Antes, este detalhe não era importante, pois a fantasia da criança se ocupava da transformação necessária conforme a ocasião.

Jogos: Até 3 anos a criança praticamente brinca sozinha, mesmo acompanhada de outras. Tem pouca concentração e muda rapidamente seu foco de interesse. Depois desta fase, começa o brincar junto, com muita imitação. Aos 4 anos ela faz as regras. A partir  dos 6 anos, aceita as regras vindas de fora. Agora as reações terão muito a ver com o temperamento particular de cada um. Aos 12 anos, digerem os jogos, relacionando-os com seu íntimo. Tiram conclusões morais.

No jogo, está contida a força que harmonizará a vontade da criança. Deve ser acompanhada de dois outros fatores: ritmo e fantasia. A fantasia é a fonte mais importante das forças criadoras da personalidade. O jogo deve vir do interior para o exterior: criança deve ser tocada no seu íntimo e excitada na sua extrema necessidade de mudança, assim aprende a dominar suas inclinações. A criança aprende que existem regras que as pessoas têm de manter para conviverem entre si. No seu jogo criativo, fazem suas próprias regras, bem rígidas até! É um exercício de dinâmica social.

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Essa brincadeira é super divertida e é para brincar com vários amigos!!

Condição: saber piscar!!

Existem sempre dois personagens principais: detetive e ladrão. As outras crianças  são as vítimas.detetive-4

Preparação:

  • O primeiro passo é escolher quem é quem.
  • Em pedaços de papel escreva uma vez a palavra detetive, uma vez a palavra ladrão e várias vezes a palavra vítima.

Exemplo: se 10 pessoas estiverem brincando, terá que ter 8 papéis com a palavra vítima, já que dois participantes serão, cada um, o detetive e o ladrão.

  • Dobre os papéis, embaralhe e e entregue um para cada pessoa, sem deixar os outros verem o que está escrito nele!
  • Depois que cada já pegou seu papel, é hora de começar a brincadeira.

Brincadeira:

  • Todos têm que ficar quietinhos, sentados em roda e olhando nos olhos uns dos outros.
  • Ladrão: tem que eliminar as vítimas. Para isso, pisca com um olho só, sem deixar o detetive ver, e a vítima tem que deitar no chão.
  • Detetive: tem que descobrir quem é o ladrão antes que todas as vítimas sejam eliminadas.
  • Vítimas: tem que torcer para não serem eliminadas e para que o detetive seja rápido!  Se receber uma piscada do ladrão, tem que deitar no chão.
  • Se o ladrão for azarado e piscar para o detetive, será descoberto!
  • Se o detetive descobrir o ladrão piscando para alguém, ele o aponta e diz “preso em nome da lei!”, e o jogo termina com a vitória do detetive.
  • Se todas as vítimas morrerem antes disso, quem vence é o ladrão.

Ao final, redistribua os papéis e brinque novamente quantas vezes quiser.

Boa diversão!

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Olá, pessoal.

Jogo da Memória é uma brincadeira bastante desafiadora. É excelente para entreter os pequenos e trabalhar as capacidades de atenção e memória, ao mesmo tempo!

É possível brincar com cartas compradas, que podem ser facilmente encontradas em bancas de jornal, livrarias e, até mesmo, em caixas de biscoito, cereais e gelatinas.

Ou, então, você pode estimular a criançada a fazer as cartas por si mesma. Não é difícil, veja como:

crianaas-em-circulo- Usando uma cartolina, recorte cartas com o mesmo tamanho, em pares.

- Nessas cartas, cole imagens de revistas ou jornais velhos. As imagens não precisam ser necessariamente iguais para formar os pares, por exemplo: duas mulheres, dois gatos, dois homens, duas bolas. Ou objetos que se complementam: um lápis e um caderno, um cachorro e um osso etc.

- Desenhar também é uma boa opção e é diversão garantida!

Como brincar:

- Distribua as cartas sobre a mesa, com os desenhos virados para baixo.

- Alternadamente, os jogadores devem virar para cima duas cartas.

- Se elas formarem um par, devem ser retiradas do jogo, valendo um ponto para o participante. Caso contrário, devem ser viradas novamente, permanecendo no jogo.

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- Cada vez que um participante acertar um par, terá mais uma chance para tentar outro par. Se errar, deverá passa a vez para o próximo jogador. Quanto maior o número de cartas, mais difícil ficará o jogo.

Boa diversão, pessoal!

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